Karina Buhr

21/10 | 22h | Em frente ao Teatro Dragão do Mar, CDMAC
ANO DE 
CRIAÇÃO
2022
DURAÇÃO
60 min
CLASSIFICAÇÃO
INDICATIVA
LIVRE

Voz e Tambor

Com duas congas, ilú, alfaia, pandeiro, xequerê, ganzá e outras percussões, Karina toca e canta músicas autorais inéditas e algumas do repertório de seus discos solo, com arranjos bem diferentes dos feitos com a banda completa e mais próximos do que eram essas músicas quando foram criadas, só com percussão e voz.

Regis toca às vezes violão, às vezes guitarra, em um show que passeia por ritmos como o ijexá e o baião e também um punk rock cru e minimalista, tornando bem interessante o contraste dos arranjos de algumas das músicas que faz no show com banda, com bateria, guitarra e baixo. Destaque pra música “Selvática”, que é feita só com um ilú e voz, com guitarra agressiva no final, versão que exalta ainda mais a letra e destaca a poesia falada como poder de comunicação no palco, rua, live, qualquer lugar em que haja uma pessoa atenta.

Algumas músicas são acompanhadas de um pandeiro, como “Falta de Sorte” e “Vida Boa é do Atrasado”. “Machado Branco e Vermelho”, que faz referência ao orixá Xangô, é cantada com acompanhamento só de um triângulo. Intercalando as músicas, aqui e ali, aparecem poesias do seu livro “Desperdiçando Rima” (editora Rocco) e também de outros autores, como Luiz Melodia, na música “Sorri pra Bahia” e Reginaldo Rossi, em “Desterro”. No repertório também “Iá” e “Amaralina”, de autoria de Karina, gravadas no disco Tocar na Banda, da banda Comadre Fulozinha.

Entrada gratuita mediante retirada de convites. Os convites serão distribuídos durante os dois dias que antecedem o evento, na bilheteria do Cineteatro São Luiz e no escritório de produção da Bienal de Dança, do Porto Dragão.

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