Coletivo MarÉHouse

27/10 | 19h | Teatro B. de Paiva, Porto Dragão - Fortaleza
ANO DE 
CRIAÇÃO
2022
DURAÇÃO
100 min
CLASSIFICAÇÃO
INDICATIVA
livre

Na terra em que o mar não bate, não bate o meu coração

Há várias alturas para o chão, mas todas elas se conectam enquanto terra. É como observar as oscilações do mar que misteriosamente não nos revela seu roteiro, mas nos batiza na espuma. Cada pisada é molhada. Jack, Jack, Jack! Salgada. Envolvida por uma comunicação coletiva que brinca de botar e tirar o pé da terra molhada. nisso, mergulhamos. as águas já estão aqui dentro, talvez até em excesso, como um derrame. sob o chão, não se quer saber onde começa essa pulsação, mas como ela nos leva a uma maré alta. Onde só bate se formos juntos.

Intérpretes-criadores Coreano, Rafael Lima e Jônatas Joca | Interlocuções dramatúrgicas Andréia Pires e Raffa Tomaz | Iluminação Ângelo William | Sonoplastia Agno (Agê) | Figurino Carlota Canoa | Realização Coletivo MarÉHouse

Coreano é artista do corpo e da cena, permeando as linguagens da Dança, Música e Artes Visuais. Pesquisador, dançarino e corpo brincante dentro das danças Afrodiaspóricas Estadunidenses. Formado na 6º turma do curso Técnico em Dança na escola Porto Iracema das Artes. Diretor e produtor no coletivo MarÉHouse. DJ e corpomúsica no coletivo Riddms. Trabalha na escola pública Vila das Artes como professor no Curso de Formação Básica em Dança. Atuante nos processos de práticas e estudos das danças urbanas na cidade.

Jônatas Joca é arte-educador, agitador cultural e pesquisador especialista em Linguagem e Poética da Dança pela FURB e em processo na 7ª turma do Curso Técnico em Dança do Porto Iracema das Artes. Pesquisador e integrante do coletivo MarÉHouse, onde desenvolve uma investigação em torno da festa e das Danças Afro-diaspóricas. Faz parte do coletivo Krump Movimento Fortal, que movimenta a cultura Krump em Fortaleza. Trabalha na costura do corpo, gesto e dança com crianças e adolescentes diagnosticados com TEA no INCERE (Centro de Referência da Infância). É pesquisador-convidado na linha de pesquisa Dança e Infância, artes e autismos (DIA) da UFC.

Rafael Lima é artista autônomo, intérprete e pesquisador. Residente na cidade de Fortaleza, dança há 10 anos em torno das Danças Vernaculares Afro-estadunidenses. Muitas dessas experiências foram adquiridas em eventos periféricos, aulas e batalhas. Pesquisa, atualmente, o House dance, Hip Hop freestyle e o Popping. É integrante e idealizador do coletivo Sou’l Street e integrante do coletivo MarÉHouse, onde há uma imersão na cultura House e Funky. Ambos os coletivos são de Fortaleza-Ce.

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