2019

De 16 a 27 de outubro em Fortaleza, Itapipoca, Pacatuba, Paracuru, Trairi e Quixadá.

Em 2019, a Bienal Internacional de Dança do Ceará celebra 22 anos de existência. Considerada um dos mais importantes eventos de dança da América do Sul, chega à sua 12ª edição, celebrando as múltiplas formas de se fazer dança na atualidade.

9 PAÍSES 47 companhias 6 cidades

Acontecimentos

A XII Bienal Internacional de Dança do Ceará festeja alguns acontecimentos relevantes para dança, tanto mundial quanto local: os 10 anos de morte de Pina Bausch, o centenário de Merce Cunningham, os 20 anos do Colégio de Dança do Ceará e os 30 anos da Cia da Arte Andanças.

Percursos de Criação

Nos Percursos de Criação, será apresentado o espetáculo “Ausência”, resultado da residência artística de Dança-Teatro “10 anos sem Pina”, conduzida pelo coreógrafo grego Daphnis Kokkinos, bailarino e diretor assistente da Tanztheater Wuppertal Pina Bausch, na Alemanha.

Abertura

A abertura será no dia 16, às 20h, no Theatro José de Alencar, com Lia Rodrigues Cia de Danças apresentando “Fúria”, criação de Lia Rodrigues de 2018, com dramaturgia de Silvia Soter. Na festa de abertura das Fringes, no Órbita Bar, a atração é Mc Tha, que une funk e umbanda, pista e fé, e em seu primeiro álbum "Rito de passá" vem lotando casas de show no Brasil.

Residência

Através do programa Pontes, do Oi Futuro com o British Council, a 12ª Bienal de Dança recebe a coreógrafa inglesa Lindsey Butcher, diretora artística da companhia Gravity & Levity, para uma residência no Galpão da Vila, uma residência que aborda a interface entre a dança e a performance aérea. Sua vinda amplia o diálogo entre artistas da dança e do circo.

Internacional

A programação internacional inclui vários artistas que se apresentam pela primeira vez no evento, a exemplo da imPerfect Dancers Company, da Itália, com “Empty Floor”; Filipe Lourenço, português residente na França, em “Pulse(s)”; o colombiano Mauricio Florez com dois trabalhos, “Bolero” e “UM”; Tatambud Danza/Baldomero Beltrán, também da Colômbia, com o espetáculo “Epitafios en el viento”.

Nacional

A São Paulo Companhia de Dança, apresenta “Petrichor”,  “A Morte do Cisne”,  e “Vai”, de Shamel Pitts. A Curitiba Cia de Dança, apresenta “Relações”,  e “Lenda das Cataratas”, a G2 Cia. de Dança Teatro Guaíra, com dois espetáculos “Blow Elliot Benjamin” e “La Cena”. E mais, Mônica Burity e William Freitas, do Rio de Janeiro e o bailarino Edvan Monteiro com a Cia Etra de Dança.

Cearenses

A Bienal apresenta um rico panorama de produções locais. A Cia da Arte Andanças, festeja projeto 30 anos e apresenta “O tempo da paixão ou O Desejo é um lago azul”, Cia Dita, com “Fortaleza”, Rosa Primo traz o solo “Tudo passa sobre a Terra”, a Paracuru Cia de Dança em “Para que eu não me esqueça”, Viana Jr. apresenta “Corpo Cantimbó”, Circe Macena está em “Corpos Embarcados”, Aspásia Mariana em “Guerreiras”, e o Colégio de Dança do Ceará participa da Bienal com o espetáculo “Como você se sente agora?”.

Trajetos EnCena

Em parceria com o Porto Dragão, a Bienal realiza a quarta edição do Trajetos EnCena e produz um experimento cênico que sintetiza o espírito da edição de 2019: trata-se do “Inflamável”, com direção cênica e coreografia de Jorge Garcia, coreógrafo pernambucano radicado em São Paulo, e direção musical de Rian Batista, videoarte e projeções de Valentino Kmentt, figurinos de Lia Damasceno e os cantores Don L, Verónica Valenttino, Laya e Luiza Nobel, com a participação de diversos artistas de Fortaleza.

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